Participante: Atualmente, encontro-me numa
fase da vida muito tranquila, materialmente falando. Sinto-me saudável, sem
graves obrigações e preocupações. Mas, já não vejo isso como algo totalmente
positivo, pois vejo claramente que não aplico o mesmo esforço na reforma
íntima, quanto nos momentos de crise. Pergunta: Só seremos capazes de evoluir,
mediante dores e vicissitudes desagradáveis? Se não, o que fazer para sair da
zona de conforto?
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